Você já deve ter percebido como a base das estórias de super-heróis é parecida. E, também, como a maioria deles “precisa” perder algo especial antes de se assumirem como são, super-heróis.

O Batman perde os pais muito jovem e isso o motiva a lutar contra o crime. O Homem-Aranha perde os pais ainda criança, cresce, e perde o tio – que era como um pai –, depois aprende que seus superpoderes trazem junto muitas responsabilidades.

No mundo dos negócios, as empresas também perdem. Perdem quando acham que uma venda acaba quando o cliente efetua o pagamento de um produto, e negligenciam o pós-venda. Perdem quando tratam sua equipe de vendedores como uma peça substituível, e esquecem que é ela que vai cuidar de quem paga o salário de todos da empresa, o cliente. Perdem porque não sabem que ganhar dá menos trabalho que perder – você duvida?


No filme “Amor sem Escalas”, o personagem de George Clooney é um consultor obcecado por programas de fidelidade. Sua meta é acumular 10 milhões de milhas de vôo frequente e ter um avião com seu nome como homenagem. Mas que empresas podem realmente levar seus programas de fidelidade tão longe? Quão longe você pode ir para manter seus clientes fiéis interessados e alcançar mais?

Muitas empresas oferecem programas de fidelidade, destinados a premiar os clientes mais fiéis e certificar-se de que estão obtendo participação na carteira do cliente. Eles têm um caminho de progressão, níveis a serem alcançados, e privilégios cada vez maiores que os membros desejam alcançar. Então o que acontece quando um cliente chega ao topo da pirâmide? Como você mantém a faísca da relação inicial forte?