Fonte: ClienteSA
Autor: Airton Cicchetto

Você acredita que, em longo prazo, sua empresa estará ativa e atuando regularmente no mercado? Na semana passada, o jornal Valor Econômico publicou uma pesquisa, conduzida pela consultoria Estrategy&, integrante da PwC, com 511 executivos de vários países (entre eles o Brasil) que afirma que há cinco tipos de empresa.
O primeiro grupo é o das que estão desorientadas, sem estratégia bem definida. O segundo, das que estão distraídas, onde há tanta coisa na mesa que as prioridades não ficam claras. Depois aparecem as que não têm clareza na alocação de recursos para o que realmente importa. Outra categoria é a de companhias que “estão no jogo”, embora tenham dificuldade de priorizar áreas críticas. Por fim, existem as que definem bem suas capacitações estratégicas e usam adequadamente seus recursos para desenvolvê-las. Estas representam apenas 7% do total.

Fonte: ClienteSA
Autor: Sílvio Celestino

Um grande problema que enfrentamos nas empresas é decidir em quem confiar. Normalmente, só nos damos conta dele quando é tarde demais. A decepção de ver alguém fazer algo que não devia, que prejudique a empresa, as pessoas e a nossa carreira, é uma experiência dolorosa. Mas, infelizmente, acontece.


Fonte: Peppers&Roggers Group

Por volta de 1990, Amy Edmondson da Harvard Business School realizou uma pesquisa para tentar entender algumas das qualidades que compõem um hospital bem administrado. No entanto, ela não estava preparada para um dos resultados produzidos por sua pesquisa. Após entrevistar enfermeiros de oito instituições diferentes, uma de suas descobertas foi que nos hospitais onde os enfermeiros disseram ter uma equipe de liderança melhor e um ótimo relacionamento com seus colegas de trabalho, o número de erros médicos relatados foi dez vezes mais alto!

O que poderia explicar esse resultado? Seria porque os enfermeiros encontraram um ambiente de trabalho mais descontraído, tornando então o trabalho mais agradável e amigável, mesmo que isso significasse que o atendimento ao paciente, ocasionalmente, tenha se tornado um pouco indiferente? Ou seria porque a liderança mais assertiva e proativa foi trazida para gerenciar os hospitais particulares que tinham mais aprendizes, e enfermeiros propensos a erros?