Zoho CRM faz parte do começo de um novo momento para a iTFUTURE. O mercado tem exigido cada vez mais das organizações; mais inovação, mais agilidade, mais facilidade, mais personalização, mais resultado etc. Some-se a tudo isso a visão de mercado que cada empresa possui. Ao fazermos a nossa conta, a conclusão foi de que é necessário se reinventar.


Em tradução livre, omnichannel significa “todos os canais”. Porém, é possível confundir sua função com outros dois termos, multichannel e crosschannel. Todos eles estão ligados à experiência das pessoas com uma marca. Mas uma palavra é capaz de diferenciar omnichannel destes outros termos: integração.


A visita comercial foi marcada e agora você precisa prepará-la, ou ajudar sua equipe de vendas a prepará-la. Para nós, da área de vendas, a visita comercial é uma etapa tão corriqueira que a sua preparação acaba se tornando uma tarefa apenas mental.

Essa atitude pode atrapalhar o processo de venda e as metas vão se acumulando. Por isso, o ideal é que você siga um planejamento com etapas pré-determinadas.

Tomando minha experiência profissional como base, elaborei um passo a passo sobre como preparar a visita comercial – a primeira visita comercial – de modo que você consiga obter melhores resultados.

Para preparar a visita comercial, siga esses passos:


O divisor de águas anual para a iTFUTURE é o SugarCon. Através dele é possível aprender, desaprender e reaprender mais acerca de SugarCRM. A oportunidade de aperfeiçoar nosso superpoder de desenvolver o seu. Criar soluções e encontrar novos caminhos para sua empresa alcançar seus objetivos.

O maior evento de SugarCRM do mundo, SugarCon, foi aberto pelo CEO dela, Larry Augustin. Ele destacou o índice de satisfação dos usuários da plataforma, que, segundo a PC Magazine, é de 64%. Ainda segundo a revista, SugarCRM é considerado o melhor serviço de CRM pelos seus leitores no Prêmio de escolha anual de negócios da publicação. Não é a primeira e nem a segunda vez que a plataforma alcançou a melhor recomendação, mas a terceira vez! <3


É possível entender o uso do gamification para engajar com uma busca rápida no Google. Os resultados dizem que o conceito de gamification (gamificação, em português) é relativamente recente – surgiu nos anos 1970, associado a programação de desenvolvimento de softwares.

Existe uma estimativa de que até 2018, segundo o Gartner, o gamification será um mercado de mais de 5 bilhões de dólares em todo o mundo.

O método de gamification incorpora atributos presentes em games. Por exemplo, competição e cooperação e tudo que pode estar relacionado a elas – resolução de problemas, avanço de níveis de dificuldades, premiações, punições etc.


Toda empresa tem como objetivo facilitar a vida das pessoas, levando-as a um local distante de problemas. Ela pode estar ligada ao agronegócio e fabricar etanol, mas vende, na verdade, melhor performance para a vida das pessoas no trânsito. Outra empresa pode ser uma seguradora, e vender garantia de assistência à vida no trânsito. Parece que toda empresa quer manter as pessoas numa zona de conforto.

Vamos, primeiro, entender que existe uma diferença enormemente grande (assim com pleonasmo mesmo) entre zona de permanência e zona de conforto. Esta deve ser a sua zona de descanso, aquela é um local em que tudo fica para depois. Ela é perigosa. Aparenta ser terra firme, mas é areia movediça.


Você já deve ter percebido como a base das estórias de super-heróis é parecida. E, também, como a maioria deles “precisa” perder algo especial antes de se assumirem como são, super-heróis.

O Batman perde os pais muito jovem e isso o motiva a lutar contra o crime. O Homem-Aranha perde os pais ainda criança, cresce, e perde o tio – que era como um pai –, depois aprende que seus superpoderes trazem junto muitas responsabilidades.

No mundo dos negócios, as empresas também perdem. Perdem quando acham que uma venda acaba quando o cliente efetua o pagamento de um produto, e negligenciam o pós-venda. Perdem quando tratam sua equipe de vendedores como uma peça substituível, e esquecem que é ela que vai cuidar de quem paga o salário de todos da empresa, o cliente. Perdem porque não sabem que ganhar dá menos trabalho que perder – você duvida?


“Implantei um CRM para minha empresa mas não é aquilo que esperava”. Tenho ouvido alguns comentários desse tipo, quando as empresas nos chamam para substituir seu sistema atual. As pessoas citam algumas dificuldades na utilização. Dizem que o sistema é falho, que não serve para o que gostariam. É curioso ouvir isso. Mas comecei a refletir sobre o assunto e trago a seguinte pergunta: será que o CRM que você contratou é ideal para a sua necessidade e seus objetivos?

Para começar a responder à questão devemos pensar nos problemas encontrados a partir da contratação de um CRM.

Sistemas engessados que não oferecem a visão total do cliente

Diversos modelos de CRM, digamos tradicionais, não têm a capacidade de oferecer uma solução inteligente e customizada para as demandas das empresas. A maioria não promove aquela visão 360° dos clientes, essencial para promover um melhor e duradouro relacionamento.


No início do mês de maio de 2017, tive uma experiência muito interessante e gostaria de compartilhar com você. Fui convidada a participar de um curso na ESPM, que abordou a questão da gestão de relacionamento com o cliente. O curso foi baseado no atual modelo de CRM e no CRM chamado 2.0.

O curso, ministrado pelo prof. Ricardo Haas Tarabay, promoveu alguns insights que trazem à luz caminhos a serem seguidos quando falamos em construir relacionamentos duradouros e assertivos com nossos clientes. Isso, para quem trabalha com marketing é essencial, não é mesmo?

Um desses principais caminhos é o uso da tecnologia. Hoje, no marketing, é impossível desassociar o uso de recursos tecnológicos com o sucesso e bons resultados. Por isso o termo usado no começo: CRM 2.0. Estamos conectados e isso faz toda a diferença se quisermos criar e manter relações com os clientes.


Com um olhar velho só é possível enxergamos coisas velhas. É preciso se habituar e se adaptar às tendências do mercado e, principalmente, ao novo perfil de consumidor, quando falamos de relacionamento com seu cliente e sua experiência. Por isso o que pergunto é: Você está pronto para novo perfil de cliente? E sua empresa? Ela está pronta para o novo modelo de CRM?

Acredito que a nossa missão é quebrar os paradigmas na questão do relacionamento com os clientes, sempre com o intuito de melhor atendê-lo. Por isso mesmo venho aqui pontuar as diferenças entre esse consumidor do passado recente e o atual consumidor.

Diferente do que ocorria no passado, quando a falta de opções no mercado acabava fidelizando o cliente a uma determinada empresa ou marca, meio por osmose, hoje esse mesmo possível comprador, com tantas opções no mercado, não se prende a ninguém que não oferece um serviço de qualidade com atendimento personalizado. Por isso, deve-se criar um jeito para sobressair e conquistar a cada dia o cliente.