Entenda por que automação de marketing precisa da integração de dados.

Automação de marketing com integração de dados deixa o fluxo de trabalho claro, evita que dados sejam perdidos

Automação de marketing (ou marketing automation) faz parte do fluxo de trabalho de muitas empresas. As melhorias que ela traz para o colaborador envolvido nesse processo vão muito além da possibilidade de otimizar mais o tempo. Disso você já deve estar cansado(a) de saber.

Mas e quando você já faz uso de ferramentas de automação de marketing e algo dá errado?! Como quando você envia e-mails para seus potenciais clientes e clientes atuais com nomes trocados.

“Deu ruim. Deu ruim. Deu ruim”.

De quem é a culpa?

A primeira reação da gerência do setor é, talvez, direcionar a culpa do erro cometido ao profissional responsável pelo envio de e-mails. Eu discordo. Vou explicar.

Esse tipo de erro poderia acontecer com qualquer um que faz automação de marketing sem, antes, fazer integração dos dados dos setores dentro da empresa. Sim, eu me refiro a CRM. Aquela estratégia que é comumente vista como sinônimo de tecnologia, mas que diz respeito a pessoas.

Automação de marketing precisa de integração de dados.

Há muitos profissionais envolvidos numa empresa em que a experiência do cliente está no cerne de todo o processo.

Agora imagine que cada setor de uma empresa tem seu próprio software para gerenciar dados dos clientes sem integração com os dados dos demais setores da empresa. Todo o fluxo de trabalho se torna uma operação baseada naquela brincadeira de telefone sem fio.

O resultado é um fluxo de trabalho confuso, dados perdidos, colaboradores em pânico. E o cliente insatisfeito.

De uma forma ou de outra, todos estão fazendo CRM. A diferença é que uns fazem bem e outros nem tanto.

Um nome é como uma dádiva e todo mundo gosta de ser chamado por ele. Você pode ter um banco de dados extenso que não lhe diz muita coisa sobre como promover a melhor experiência aos seus clientes. Acontece que quando se trata de automação de marketing é comum que se pense em massificar o envio de mensagens. Mas não é isso que seu cliente espera.

Bancos de dados ≠ Bancos de fatos

Walter Longo, autor do livro “Marketing e Comunicação na Era pós-digital: as regras mudaram”, argumenta que o desafio para as empresas é o de transformar bancos de dados em bancos de fatos. O que quer dizer que o sucesso em interpretar dados e transformá-los em informações é o que vai determinar o sucesso de uma operação de automação de marketing.

“[…] Os bancos de dados transformaram-se num bando de dados, em que a maior especificidade e personalização não traz incremento proporcional de respostas às ações de marketing.

O caminho mais correto para atender às demandas atuais é transformar os bancos de dados em bancos de fatos e partir do princípio de que o importante não é a especificidade e sim a sincronicidade”. (Walter Longo, Marketing e Comunicação na Era pós-digital: as regras mudaram, p. 228)

Se já é ruim enviar as mensagens certas para as pessoas erradas, imagine enviar as mensagens erradas para as pessoas certas. Parece que o erro se multiplica em progressão geométrica.

Um banco de fatos contribui com insights sobre como encantar clientes. E o uso da tecnologia de forma integrada dará apoio para que a automação de marketing não apenas aconteça, sobretudo, faça acontecer aquilo que sua empresa busca ao visar a melhor experiência para o cliente.

Para concluir

Você já deve saber bastantes coisas a respeito do seu cliente. E o que ele mais quer é que você demonstre que sabe e o quanto sabe. Mais do que a felicitação de aniversário toda vez que ele completa mais uma primavera, o seu cliente quer que você mostre o quanto você realmente se importa com os fatos que lhe aconteceram neste último ano – se se tornou pai/mãe, se foi promovido, se perdeu os avôs, se se mudou etc.

Se você gostaria de entender mais sobre automação de marketing, o uso de CRM e viver novas experiências com seus clientes, conte conosco. Estamos aqui para ajudar.

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